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Detetive particular pode auxiliar em casos de pedofilia

A popularidade das mídias sociais no Brasil trouxe uma série de benefícios. Fazer novas amizades, reencontrar antigos amigos, trocar experiências e informação estão entre as principais vantagens.

Por outro lado, o mau uso das plataformas acaba expondo os usuários. Muitos reclamam da falta de privacidade, mas compartilham diariamente imagens, desabafos, localização e hábitos comuns de sua rotina.

Esse tipo de comportamento na internet faz com que as pessoas fiquem mais sujeitas a crimes virtuais.

O Facebook, por exemplo, é uma plataforma que pode ser usada por crianças que tenham a partir de 13 anos. Porém, cada vez mais cedo elas estão ingressando nas redes sociais.

Recentemente, a MinorMonitor, nos Estados Unidos, realizou uma pesquisa com pais de 1.000 crianças menores de 18 anos, que estão inseridas na plataforma de Mark Zuckerberg. O estudo detectou que 38% delas tinham 12 anos ou menos.

Essa exposição, cada vez mais cedo, é preocupante, pois a internet é uma ferramenta bastante utilizada por pedófilos em sua abordagem. Além disso, muitos pais não têm o costume de monitorar as crianças.

No Brasil, o número de prisões por pornografia infantil aumentou mais que o dobro. Segundo relatório da Polícia Federal, foram realizadas 134 prisões por pedofilia em 2013. No ano anterior, 59 pessoas foram detidas.

A quantidade de investigações também dobrou. Em 2012 foram feitas 860. Já no ano seguinte foram averiguados cerca de 1780 casos.

São Paulo é responsável por quase um terço das ocorrências, com 534, seguido pelo Rio de Janeiro, com 210 processos.

O crime é tratado com prioridade, porém a falta de profissionais especializados na área, e a demora na resolução dos casos, faz com que os pais procurem um detetive particular. Esse tipo de crime exige rapidez, pois muitas provas podem ser retiradas da internet.

Geralmente, os infratores são pegos em flagrante. Os pais, polícia ou detetives particulares se passam pela criança na internet e marcam um encontro com o suspeito.

Munidos com conversas e provas, o aliciador, geralmente é preso neste momento. É importante ressaltar que muitas práticas de rastreamento necessitam de autorizações judiciais. Isso acaba limitando o trabalho de detetives particulares, investigadores e delegados.

Porém, um detetive particular pode reunir provas e entregar para polícia. Atualmente, existe detectores de pornografia que identificam, até mesmo, o IP do pedófilo.

Aplicativos de monitoramento

A seguir, veja alguns aplicativos e tecnologias que podem auxiliar pais e profissionais que desejam monitorar os pequenos para evitar este tipo de crime:

Detector de Pornografia: O software é um produto da E-NET Security. A ferramenta identifica imagens e sites de pornografia.

Depois do rastreamento é possível identificar o IP do suspeito e detalhes do aspecto físico do possível agressor.

O produto vem em um pendrive e pode ser usado por pais, empresas e profissionais. O valor é de R$ 550,00.

TeenSafe: O serviço de monitoramento permite que os pais acompanhem as atividades dos filhos no celular e no computador.  Por meio da ferramenta é possível acessar mensagens de aplicativos (inclusive as deletadas), histórico da web, postagem nas mídias sociais, entre outras funções.

O programa permite um teste gratuito por sete dias. Após esse período o valor é U$ 14,95 dólares por mês.

Mmguardian: O controle parental limita o uso da internet durante o período que achar necessário, como por exemplo, a noite ou quando a criança está na escola.

A plataforma também permite acessar mensagens e histórico da internet. É possível usar o mecanismo por 14 dias gratuitos.

Mama Bear: O aplicativo não pode ser usado no anonimato, mas ele apresenta funções parecidas com os outros apps.

Além disso, a plataforma também funciona como um canal de comunicação entre a família. Existem pacotes de diversos valores e também a versão grátis.

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