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Investigador particular revela identidade de Jack, o Estripador

Inúmeros policiais e um investigador particular participaram do caso, buscando pistas que apontassem para o assassino em série que matava e retirava órgãos dos cadáveres de garotas de programa em Londres, no ano de 1888.

Apesar de toda a investigação conduzida na época, a falta de provas impediu a identificação do criminoso e os suspeitos foram liberados.

Em tempo 5 mulheres assassinadas e mutiladas. Inúmeros suspeitos, uma cidade inteira apavorada. Nenhum condenado. A cena pode parecer com inúmeros filmes e histórias fictícias já conhecidas, mas o caso aconteceu de verdade.

E o mais curioso, após 126 anos das mortes, exames de DNA conseguiram revelar a identidade de um dos psicopatas mais conhecidos da história: Jack, o Estripador.

A investigação particular

Russel Edwards, um aficionado pelo tema, adquiriu recentemente um xale em um leilão. A peça supostamente fora recolhida pela polícia do corpo de uma das vítimas de Jack, Catherine Eddowes.

O empresário decidiu então buscar pistas novas sobre o caso com a roupa, e pediu auxílio a um investigador forense, que detectou manchas de sangue e sêmen na peça após uma investigação particular.

Através da tecnologia atual foi possível constatar que o sangue pertencia a Eddowes e a identidade do criminoso.

O material colhido nas fibras do tecido foi comparado com o DNA uma descendente de Catherine Eddowes e a análise constatou a semelhança. Além disso, a amostra de sêmen foi analisada junto ao DNA de um descendente de um dos suspeitos do crime.

Enfim, o culpado...

Com a análise do DNA, foi comprovado que a amostra encontrada no xale pertence a Aaron Kosminski, um cabeleireiro polonês que fugiu com a família para Londres e possuía cerca de 23 anos na época dos crimes.

Kosminski chegou a ser interrogado pela polícia e apontado como um dos principais suspeitos, mas pela falta de provas, foi liberado e posteriormente internato em um sanatório, devido a sua condição mental precária.

Diversos elementos da investigação particular puderam levar o caso a finalmente ter um desfecho. Entre eles:

  • Observação histórica dos crimes;
  • Análise minuciosa de relatos e testemunhos;
  • Capacidade analítica;
  • Junção de provas;
  • Pesquisas forenses.

Após mais de um século, um dos maiores mistérios policiais da Europa foi desvendado, graças à tecnologia existente hoje e à persistência de alguns investigadores, que nunca se cansam de buscar a verdade e prová-la à sociedade.

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