A velha pergunta: “Quem trai mais, o homem ou a mulher” já tem uma resposta, e ela pode surpreender: os dois.

Hoje os detetives relatam que os homens e mulheres traem com a mesma incidência, e o único fator que muda nessas situações, é a forma como essas traições acontecem. Segundo esses profissionais as mulheres são mais cautelosas e costumam agir mais meticulosamente.

Como o detetive deve agir em meio a uma investigação conjugal

Mas as investigações conjugais ainda são o principal interesse de quem procura uma agência de detetives. E com frequência a preocupação dos clientes é com relação a conduta do marido, da esposa, mas também do detive diante da investigação conjugal e por isso cabe dizer que o sigilo é uma regra de ferro que nunca é quebrada.

Isso porque o bom detetive de investigação conjugal, é um profissional com capacidade de entrar e sair dos ambientes sem ser notado. Só assim é possível que o alvo da investigação aja com naturalidade, tomando as atitudes que são padrão de sua rotina, sem notar que está sendo alvo da dedicação desses profissionais.

Mais do que isso, a nova lei que regulamenta a profissão, reforça que o detetive particular deve agir com sigilo e descrição, mas também precisa se resguardar a condutas que não representem caráter de invasão de privacidade.

Quer um exemplo? Imagine um detetive que monitore a entrada de uma casa ou siga um alvo pela cidade. Esse investigador particular pode realizar gravações que possibilitem a apresentação de provas. Mas é crime instalar, por exemplo, câmeras no quarto desse alvo, com o objetivo de captar essas provas. E é aí que entra a conduta profissional e respeitosa do profissional, que evita tomar esse tipo de atitude invasiva.

Afinal de contas, após a descoberta de imagens de teor muito particular a pessoa alvo de investigação conjugal poderia, e com razão, procurar os próprios direitos.

EXISTE UM MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO CONJUGAL?

Cada profissional age de maneira diferente, mas todos com o mesmo objetivo de encontrar a verdade. Por causa disso, o procedimento do detive de investigação conjugal está basicamente ligado ao seguinte método:

O profissional segue o alvo inicialmente com o intento de entender sua rotina na pratica. Ciente dos lugares onde seu alvo trabalha, estuda ou frequenta, o investigador particular pode realizar a triangulação de uma área de atuação desse alvo e caso o objeto fuja demais dessa área principal então há um alerta de comportamento suspeito.

Com base nessa conduta fica mais fácil identificar anormalidades e inconsistência nessa rotina. Para isso o detetive particular pode recorrer a equipamentos de tecnologia com o objetivo de fazer o registro visual dessas anormalidades na rotina.

Micro câmeras podem ser instaladas em drones, que ajudam esses profissionais a realizar uma quantidade maior de flagrantes, mas ainda assim, são as gravações a curta distância que ainda representam a maior quantidade de provas cabais de situações de infidelidade.

Alguns dos equipamentos usados pelos profissionais em investigação conjugal, consistem em câmeras e microfones instalados em canetas, chaveiros e até retrovisores, e os profissionais alertam que, apesar de pequenos, esses mecanismos conseguem registrar áudio e vídeo em gravações que podem ser contínuas e durarem incríveis oito horas.

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