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Descubra como funciona uma investigação conjugal

Nos dias de hoje, boa parte da solicitação de trabalho para um detetive se refere à investigação conjugal. Os ciúmes, a desconfiança, as traições, os contatinhos nos aplicativos de namoro ou conversa instantânea. Tudo isso faz com que esse trabalho seja cada mais requisitado no Brasil e no mundo.

A desconfiança entre os casais de namorados e casados pode terminar, sim, no escritório de um profissional desta área. De acordo com o site Mega Curioso, aproximadamente 70% dos investigadores particulares realizam apurações focadas nas questões amorosas.

No país, o número corresponde a aproximadamente 60 mil detetives voltados à apuração destes casos. Portanto, não são situações raras. Este é um nicho de trabalho bastante procurado e com uma boa demanda de trabalho. Mas, como tudo isso funciona na pratica?

Descubra como funciona uma investigação conjugal

Como acontece uma investigação conjugal?

De modo geral, a investigação conjugal inicia com uma reclamação e alguns fatores de desconfiança do companheiro (a). Neste primeiro momento, é necessário ter paciência e saber lidar com as emoções afloradas. Afinal, a pessoa precisa estar realmente desconfiada para dar esse passo.

A partir daí, o investigador pode dar algumas recomendações ao seu cliente. Por exemplo, é comum que o profissional indique a pessoa para conter as suas suspeitas e se apresentar com naturalidade em casa. O objetivo primordial é fazer de tudo para que a rotina de ambas as partes continue igual.

Assim, é preciso deixar a outra pessoa mais solta e muito a vontade. Isso faz com que a apuração dos fatos possa ocorrer com facilidade e sem levantar qualquer suspeita. É possível até inventar alguma justificativa para se ausentar mais de casa, viajando a trabalhando ou achando compromissos até tarde.

Essas atitudes são úteis para que o indivíduo investigado se sinta confiante para sair e se encontrar com esse provável amante. E, caso esteja acontece realmente uma traição, isso possa ser flagrado e devidamente registrado.

Com essa cooperação do contratante, o detetive particular dá início à investigação conjugal com o acompanhamento dos passos da pessoa. Ele pode se utilizar de câmeras de fotografia, celulares ou outros dispositivos para fazer fotos e vídeos de qualquer atividade suspeita.

Esta é uma etapa básica para qualquer investigação. Em um automóvel, moto, caminhando ou em grupo. O profissional vai se organizar para monitorar as ações e encontrar as provas necessárias. Isso desde o instante em que o alvo da operação sai de sua residência até o momento em que retorna.

Monitorando online e offline

Nos dias de hoje, a investigação conjugal não se realiza apenas nas ruas, mas deve ser feita também virtualmente. O profissional deve checar todas as possibilidades de traições. Deste modo, a tecnologia prima pelo uso de dados e faz cruzamentos bem interessantes.

Todos esses elementos precisam ser levados em consideração para que o contratante confirme ou refute totalmente as suas suspeitas. Portanto, a vida online do companheiro (a) faz toda a diferença.

Limites legais

O investigador particular age como uma espécie de paparazzo da vida da pessoa investigada de modo discreto e eficiente. No entanto, esse serviço precisa utilizar todos os mecanismos que são permitidos pela lei.

A Constituição Federal assegura o direito à privacidade a todos os brasileiros. Deste modo, o detetive particular precisa respeitar esses limites e agir de maneira licita.

Em contrapartida, o anonimato tanto do contratante e quanto de suas respectivas fontes também está previsto na legislação brasileira. Isso significa que o responsável por uma investigação conjugal jamais será obrigado a revelar o cliente e seus respectivos colaboradores.

Você acha que precisa contratar ou saber mais sobre uma investigação conjugal? Então, acompanhe os conteúdos disponibilizados no site da nossa empresa neste link.

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